Uma Viagem pelo Brasil na Web

Brasil, 26 de Abril de 2017

Bandeira do Brasil
Bandeira do Brasil

» Home
  :: Bandeiras
  :: Clima
  :: Culinária
  :: Cultura
  :: Curiosidades
  :: Dados Gerais
  :: Datas Comemorativas
  :: Divisão Política
  :: Economia
  :: Embaixadas
  :: Fauna
  :: Folclore
  :: Hidrografia
  :: Hino
  :: História
  :: Infra-Estrutura
  :: Litoral
  :: Parques
  :: População
  :: Relevo
  :: Reservas
  :: Tipos Populares
  :: Trajes Típicos
  :: Vegetação
  :: Sites Governamentais

 
» Regiões
» Estados
» Capitais
» Municípios


Brasil (BR)

Infra - estrutura
Transportes | Comunicações | Saúde | Energia | Habitação | Educação

Transportes:

Apresenta sistema rodoviário com 1,6 milhão km, 9% pavimentado, sendo o mais usado para transporte de cargas. Grande parte encontra-se privatizada. Praticamente todas as Capitais dos Estados estão ligadas por rodovias pavimentadas.
O setor ferroviário atinge 30,3 mil km, implantadas principalmente ao sul da Bahia e divididas em sete redes regionais, que foram privatizadas em 1997. São utilizadas principalmente para o transporte de mercadorias, mas respondem por apenas 20% das cargas. A Ferrovia do Aço conecta as regiões de extração mineral de ferro, no interior do País, com as Usinas Siderúrgicas e os Portos da Costa Sudeste.
O transporte marítimo é usado mais intensamente para a exportação de mercadorias pelos 40 portos ao longo da costa brasileira, 16 portos totalmente equipados para movimentação de contâineres. Os mais importantes são Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Paranaguá (PR), Recife (PE) e Vitória (ES).
Duas vias fluviais estão contribuindo para melhorar esse tipo de transporte tanto no interior do Brasil como nas suas conexões com países vizinhos das Regiões Sul e Sudeste: a Paraná-Paraguai e a Tietê-Paraná. Esta última também é conhecida como a Via Fluvial do Mercosul. As vias fluviais do interior, que totalizam aproximadamente 35.400 km em torno do Amazonas e seus afluentes, ligam o Brasil a outros Países da América do Sul e fornecem importantes meios de transporte dentro do País.
O tráfego aéreo é feito por empresas nacionais e estrangeiras, em vôos domésticos e internacionais utilizando cada vez mais aeronaves projetadas e fabricadas no Brasil. Atualmente, existem dez Aeroportos Internacionais que funcionam a plena capacidade e oferecem altos níveis de conforto e eficiência, entre eles destacam-se os do Rio de Janeiro e São Paulo, capazes de receber qualquer tipo de avião. Todas as linhas aéreas registradas no Brasil são de empresas privadas, e algumas delas permitem a participação estrangeira no seu capital.

Comunicações:

O setor de telecomunicações, recentemente privatizado, abrange todas as Regiões, com a telefonia móvel e celular, além de satélites.
O Brasil conta com um sistema de correspondência postada, aérea, fluvial e terrestre, de comprovada eficiência, além de vários provedores de internet. Conta com 2.778 emissoras de rádio, mais de 10 canais nacionais de televisão, 373 jornais diários, a maioria com pequena circulação e vários tipos de revistas.

Saúde:

As condições sanitárias no Brasil variam de uma Região para outra. As maiores cidades contam com uma infra-estrutura suficiente, mas as regiões do interior sofrem escassez de médicos, enfermeiras, hospitais, clínicas e farmacêuticos.
O Brasil conta com mais de 16 mil hospitais, clínicas e centros de saúde locais e aproximadamente 200 mil médicos, com alta taxa de qualificação e especialização no trabalho, sendo a média nacional de 13,3 médicos para cada 10 mil habitantes, mas esses recursos estão distribuídos de forma irregular. A média de leitos é de 2,7 para cada 1.000 habitantes, ainda distante do que é considerado satisfatório pela OMS: quatro leitos por 1.000 habitantes. Há ainda leitos psiquiátricos e de UTI que juntos somam 89.014.
As principais causas de mortes no Brasil são as doenças circulatórias, seguidas de mortes atribuídas a causas externas (acidentes de trânsito e homicídios), por câncer e por doenças infecciosas e parasitárias. Acidentes do trabalho também engrossam as estatísticas de mortes e colocam o país como recordista mundial de mortes de trabalhadores. O número de casos notificados de Aids desde o surgimento da doença no Brasil até junho de 1996 foi de 82.852, sendo que a Região Sudeste concentra 73% dos casos. Segundo o Ministério da Saúde, em 1994, a taxa de mortalidade infantil era de 40 para cada 1.000 nascidos vivos e 114,2 mortes maternas para cada 100 mil bebês nascidos vivos.
As vacinas obrigatórias no Brasil são a BCG, contra tuberculose; a Sabin, contra a poliomielite; a Tríplice, contra tétano, coqueluche e difteria; a vacina contra sarampo e a MMR, contra sarampo, caxumba e rubéola. Além dessas, o Governo providencia vacinas em alguns casos de ameaça de epidemia, como as de meningite. A poliomielite é considerada erradicada, mas as campanhas de vacinação contra a doença ainda acontecem em todo o País.
O atendimento odontológico é feito quase exclusivamente pela rede privada.
Segundo o Conselho Federal de Odontologia, em agosto de 1995 havia 120.414 cirurgiões dentistas no País ou um para cada 1.294 habitantes.

Energia:

A produção anual de eletricidade do Brasil é gerada graças à infra-estrutura hidrelétrica. As grandes usinas hidrelétricas estão situadas nos Rios Paraná (Complexo Hidrelétrico de Itaipu, Jupiá, Ilha Solteira e Foz do Areia) e São Francisco (Complexo Paulo Afonso-Sobradinho) , além do Rio Grande (Complexo Embarcação, Furnas e Marimbondo). As Hidrelétricas Amazônicas de Balbina e Tucuruí também são importantes. A produção de eletricidade em centrais nucleares não atendeu às expectativas, além dos riscos ambientais que representa. A única Usina Atômica em operação, Angra I, no Estado do Rio de Janeiro, não consegue produzir regularmente, devido a constantes falhas nos equipamentos, fornecidos por uma empresa norte-americana. Este ano foi colocada em funcionamento a de Angra II.
A produção de petróleo do País é em média 60% do petróleo consumido diariamente; o restante é importado. Atualmente, cerca de 70% do petróleo extraído no Brasil vem das plataformas marítimas, e a principal região produtora é a Bacia de Campos, no litoral do Rio de Janeiro. No Continente, os principais poços de petróleo estão no Estado da Bahia. O álcool produzido usado para abastecer a frota nacional de veículos a álcool e também para ser misturado à gasolina. Outra importante fonte de energia é o gás natural. O gasoduto Brasil-Bolívia transportará gás natural da Bolívia até as Regiões Sul e Sudeste do Brasil, cuja demanda de energia é maior e crescente.

Habitação

Do total de moradias no País, 1 milhão está localizada em favelas, com 4,4 milhões de habitantes. A maior parte dessa população está concentrada em grandes Metrópoles, como São Paulo, com 29,8% do total, e Rio de Janeiro, com 24,8% do total. Há deficiências no fornecimento de saneamento básico, água tratada e coleta de lixo. Nas áreas periféricas das grandes Cidades, habitadas pela população mais pobre, há também carência de serviços, como iluminação pública, postos de saúde, escolas, transporte coletivo e segurança. Muitas moradias são construídas de forma improvisada, sem a insolação e ventilação mínimas.
O acesso à rede geral de esgoto atinge apenas 39,5% das moradias. Uma porcentagem razoável de domicílios (20,4%) ainda se utiliza de fossas sépticas. Enquanto 79,9% da população da Região Sudeste tem acesso ao saneamento, por rede coletora ou fossa séptica, no Nordeste esse número cai para 32,5%.

Educação:

O analfabetismo entre a população de mais de 15 anos é de 17,2%, em 1994, segundo o IBGE.
A educação fundamental e média no Brasil é gratuita e obrigatória para as crianças entre 7 e 14 anos de idade, mas o Brasil ainda tem cerca de 3,5 milhões de crianças fora das salas de aula. Os centros de ensino primário e secundário são fundamentalmente geridos pelos estados e municípios e para reforçar o aprendizado nas escolas em condições precárias, oferece o projeto TV Escola. Existem muitas escolas católicas, entre outros centros privados de ensino.
O Governo Federal, o Estadual, o Municipal e as entidades privadas mantêm sob sua responsabilidade as instituições de ensino superior, que são agrupadas em quatro categorias:

  • Universidades - Que fazem obrigatoriamente pesquisas.

  • Centros Universitários - Que oferecem educação superior em todas as áreas, mas não têm atividades de pesquisa.

  • Faculdades Integradas - Conjuntos de escolas superiores que podem optar pelo desenvolvimento de pesquisas.

  • Institutos ou Escolas Superiores - Que cobrem apenas uma área de ensino.

Entre as principais universidades existentes no País destacam-se a Universidade de Brasília, a Universidade de São Paulo, as Pontifícias Universidades Católicas de São Paulo e Rio de Janeiro, a Universidade Estadual de Campinas, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Universidade Federal de Minas Gerais e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul.



® Copyright 2000-2017 - Brasil Channel - todos os direitos reservados por lei,  proibida a reprodução total ou parcial deste site.
LEI Nº 9.610/98 - DIREITOS AUTORAIS, LEI Nº 9.609/98 PROTEÇÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL e LEI No 10.695 - Código de Processo Penal