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Brasil, 18 de Setembro de 2019

Bandeira da Bahia
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Salvador - BA

História

Com o fracasso das Capitanias Hereditárias, Portugal resolve implantar o sistema de Governo Geral no Brasil e para isso, compra a Capitania da Bahia de seu donatário e encarrega Tomé de Souza, o primeiro Governador-Geral, de construir um povoado e uma fortificação em local estratégico para atender as outras partes da Colônia com relação à defesa.
Tomé de Souza chega à Bahia em 1549, no dia 29 de março, dia de São Salvador, data oficial de nascimento da Capital. Logo escolheu o local, a Colina da Sé, parte plana do alto da escarpa, e estendeu-se para oeste, até o vale que corresponde à atual Baixa do Sapateiro.
Inicialmente contava com quatro ruas longitudinais, três transversais e duas praças e suas primeiras construções eram cobertas de palha e rebocadas de barro. Limitava-se à área hoje compreendida entre o Pelourinho e a Praça Castro Alves.
Aos poucos, as construções foram ganhando paredes de pedras e cal e coberturas de telhas.
A Cidade cresceu, ultrapassando seus limites.
Ampliaram-se os Fortes existentes e construíram-se novos, as Igrejas ganharam luxo com o domínio do barroco e seus entalhes dourados, prataria, ourivesaria, pintura e azulejaria. As residências e prédios do Governo passaram a ser assobradados e com amplos salões. Usavam azulejos portugueses e portas almofadadas. Os lotes e as ruas, porém, continuavam estreitos, as casas eram geminadas. A vida social girava em torno das celebrações e compromissos religiosos. A maioria das ruas não tinha pavimentação e freqüentemente ocorriam deslizamentos de terra. Não existiam transportes públicos. O comércio era próspero (importações e exportações) e a Baía de Todos os Santos era bem movimentada.
Salvador transformou-se no maior Porto do Atlântico Sul e na segunda maior Cidade do Império Português. A transferência da Capital para o Rio de Janeiro deu uma queda em seu desenvolvimento. Até o século XIX, limitava-se a leste pelo Dique de Tororó, ao sul pelo Forte de São Pedro e ao norte pelo Forte do Barbalho.
A chegada da Família Real, em 1808, deu novo estímulo ao crescimento. Os novos lotes urbanos tiveram seu padrão aumentado; a casa passou a ser construída isolada do vizinho e recuada em relação à rua, os vidros passaram a ser usados e instalações sanitárias externas às casas eram constantes. Surgiram as primeiras indústrias; a linha férrea e novos bairros como: Campo Grande, Lapinha, Baixa dos Sapateiros, Sete Portas. O Porto foi ampliado.
A descoberta de petróleo, na segunda metade do século XX, transformou a Cidade em Metrópole Regional e a fez crescer na direção das praias e colinas.
Hoje, Salvador desenvolve-se em dois níveis distintos: a Cidade Baixa, na estreita planície litorânea, e a Cidade Alta, a 60 m do Porto. A Cidade Baixa caracteriza-se pelas atividades portuárias e comerciais e a Cidade Alta pelos bairros residenciais. Os dois níveis estão ligados pelo Elevador Lacerda e pelo Plano Inclinado de Gonçalves.
Na década de 1960, inicia-se o desenvolvimento da malha viária entre o Centro, os novos bairros e locais de veraneio.
O crescimento causou problemas sociais importantes na Cidade, surgiram favelas, entre elas a de Alagados, a maior favela sobre palafitas no Brasil. Constrói-se o Pólo Petroquímico de Camaçari e do Centro Industrial de Aratu
, o que desenvolve economicamente a área metropolitana de Salvador.






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