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Brasil, 6 de Abril de 2020

Bandeira da Bahia
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Bahia (BA)

História

Cabral chegou ao Novo Continente no dia 21 de abril. Iniciava-se a ocupação da Bahia e do Brasil por homens brancos.
Nesta época o litoral baiano estava ocupado por 3 nações indígenas do grupo lingüístico Tupi: os Tupinambás e Tupiniquins, e um pouco mais para o interior estavam os Aimorés.
Os portugueses, então, começaram a explorar a terra descoberta. Encontraram o pau-brasil, que deu nome ao País.
Em 1503, Américo Vespúcio descobre a Baía de Todos os Santos e religiosos constroem a 1ª Igreja no País, dedicada a São Francisco.
A partir de 1510, começaram as primeiras feitorias em Caramuru e em Aldeia Velha de Santa Cruz.
Em 1534, o Brasil é dividido em Capitanias Hereditárias, e a costa baiana foi dividida em 3 e depois em 5. A economia do litoral baiano era exclusivamente extrativista, o pau-brasil.
Com o fracasso das Capitanias, a Corte resolveu instituir o Governo Geral. A Bahia foi a primeira das Capitanias Hereditárias a ser retomada pela Coroa portuguesa e transformada em Capitania Real.
Tomé de Souza foi nomeado o primeiro Governador-Geral e logo que chegou aqui, em 1539, cumprindo as ordens do rei, fundou a Cidade cujo nome homenageia Jesus Cristo - o Salvador, no melhor ponto para a construção da Cidade-Fortaleza, o hoje chamado Pelourinho, pois é a parte mais alta da Cidade, em frente ao Porto, perto do comércio e naturalmente fortificada pela grande depressão existente que forma uma muralha, de quase 90 m de altura, o que facilitaria a defesa de qualquer ameaça vinda do mar. Esta medida do Rei de Portugal, D. João III, atendia à necessidade de defesa da nossa terra, constantemente invadida por corsários que vinham retirar, com a ajuda indígena, as riquezas naturais da então colônia portuguesa, principalmente o pau-brasil e a cana de açúcar. Salvador foi escolhida como sede de Governo devido à essas qualidades. Além de sede política e administrativa, Salvador funciona como poderoso centro de desenvolvimento econômico de toda a região, com o açúcar, o tabaco e o algodão, com o ouro e os diamantes e com o tráfico de escravos.
No século XVI existiam 9 missões jesuíticas na Capitania de Porto Seguro, entre elas: a de Trancoso, da Aldeia do Espírito Santo de Patatiba, atual Vale Verde (1564) e do Arraial d'Ajuda (1549). 
No começo do século XVII graves acontecimentos ocorrem na Bahia. Graças à cobiça despertada pela riqueza do açúcar, a Holanda, em 1623, invade a Bahia. Os invasores ocupam a Cidade, nela permanecendo por um ano, até serem expulsos pela armada luso-espanhola.
Em 1655 entra pela primeira vez o cacau.
Em 1763, Salvador deixa de ser a Capital, que é transferida para o Rio de Janeiro.
Em 1777, o Governo da Bahia começa a ligar Salvador ao Rio de Janeiro por estrada, tentando criar novas vilas e povoações a cada 6 léguas. A Cidade e o Recôncavo Baiano decaem economicamente e isso gera um forte antilusitanismo e anticolonialismo, culminando, em 1798, na Conjuração Baiana.
Nos sertões do norte e do oeste, ao longo da Bacia do São Francisco, a agropecuária de subsistência garantia apenas a sobrevivência da população. Surgem, então, outros incidentes políticos importantes, como a Guerra dos Canudos.
Em 1843, foram descobertas as regiões diamantíferas da Serra do Açuruá. Em 1841, funda-se uma companhia para introdução de fábricas úteis. 
Com a abolição do tráfico de escravos e a decadência do comércio com a África, muitos comerciantes investem seus capitais na fundação de bancos, caixas de crédito e companhias de seguro.
Durante a República Velha o Estado fica distante do Poder Central. Em 1912, sofre uma intervenção do Governo Federal e Salvador é bombardeada.
A crise mundial de 1929 atingiu a Bahia rudemente. A exportação do cacau caiu de 70 mil toneladas para 63 mil; a do fumo, de 26.500 para 26.200; e a do café, de 25 mil para 19 mil. Com a Revolução de 1930 o Estado fica novamente afastado do Governo Federal.
O processo de modernização tem início nos anos 50, com a construção da Usina Hidrelétrica de Paulo Afonso e a abertura da Rodovia Rio–Bahia. 
Nos anos 70, implanta o Distrito Industrial de Aratu e do Pólo Petroquímico de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador.
A Bahia tem hoje a maior participação no PIB brasileiro entre os Estados do Nordeste. A urbanização tem avançado e a pobreza nas áreas rurais mantém o movimento migratório para fora do Estado.






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