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Brasil, 20 de Setembro de 2019

Bandeira do Rio de Janeiro
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Rio de Janeiro - RJ

História

Instituído em 1974 após a fusão do antigo Estado do mesmo nome com o da Guanabara, separados desde 1834.
Inicialmente explorado pelos portugueses em busca de pau-brasil, o litoral foi motivo de diversas invasões principalmente de franceses. Portugal, então, decide implantar as Capitanias Hereditárias e o território fluminense se dividia em duas delas: a de São Tomé, que coube a Pero de Góis, vizinha a do Espírito Santo, e a de São Vicente, doada a Martim Afonso de Sousa. Apenas em São Tomé iniciou-se a lavoura canavieira e foi fundada a Vila da Rainha. As invasões continuavam. A Metrópole resolve então criar o Governo Geral. Iniciam-se diversas batalhas que culminaram na expulsão dos invasores e na fundação, em 1565, da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.
O povoamento foi feito através da doação de terras, sesmarias, mas a ocupação de várias zonas do litoral e da baixada fluminense deve-se à fundação da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro e à divisão administrativa da colônia em 1572, tendo o Rio de Janeiro como sede do Governo do Sul. Criaram-se várias aldeias, povoados, freguesias e vilas, tais como Angra dos Reis, Cabo Frio, Atafona, São João de Itaboraí, São Pedro da Aldeia, Macaé, São Gonçalo de Guaxindiba, Parati e São Salvador dos Campos dos Goitacases.
A mineração foi responsável por grandes transformações registradas na vida política e socioeconômica da região fluminense. Vários Municípios fluminenses se originaram na abertura de novas rotas que ligavam a região das minas à Baía de Guanabara pois o escoamento da produção era feito pelo Porto do Rio de Janeiro. Esse período foi responsável pelo deslocamento do eixo econômico para a região centro-sul e pela mudança da Capital para a Cidade do Rio de Janeiro, em 1763.
A partir de 1808, com a instalação da corte portuguesa no Rio de Janeiro, as atividades agrícolas e pastoris se desenvolveram para abastecer a Cidade. Nessa época, os barões do café aumentaram seu prestígio político, a sociedade se refinou, a urbanização se fez presente e várias ferrovias foram construídas. Com a proclamação da República chega a crise. A produção de café passou a concentrar-se nos Vales dos Rios Pomba, Muriaé e Itabapoana, principalmente no Município de Itaperuna, que se tornou o maior produtor do gênero. As áreas cafeicultoras tradicionais, como Cantagalo, Vassouras, Valença e outras, foram transformadas em pastagens. A fruticultura iniciou-se na baixada do Rio de Janeiro, mas só em 1926 sua exportação seria significativa.
A indústria de laticínios, apesar do baixo nível tecnológico, atingiu algum desenvolvimento. A partir de 1915, com a junção de várias pequenas propriedades, surgiu a usina açucareira principalmente em Campos dos Goitacases. Além do açúcar, a pesca, em Cabo Frio, as salinas, em Araruama, e a exploração predatória de matas para fornecimento de madeira, lenha e carvão, se desenvolviam, mas não apresentavam significado econômico considerável.
O Rio de Janeiro foi perdendo o prestígio devido ao desenvolvimento de outras regiões, como São Paulo e Minas, mas isso não atingiu a Cidade do Rio de Janeiro, que transformou-se em Distrito Federal, sendo a sede do Governo Federal e por isso, foi tratada de forma diferenciada.
O processo de enfraquecimento econômico e político do Rio de Janeiro continua após a Revolução de 1930. A economia fluminense não se beneficia da industrialização brasileira, apesar de ser escolhida para sediar a Companhia Siderúrgica Nacional, em Volta Redonda, ponto de partida para a implantação da indústria de base no País.
Em 1960, com a transferência da Capital Federal para Brasília, foi criado o Estado da Guanabara, formado pela antiga Cidade do Rio de Janeiro.
Em 1974, os antigos Estados do Rio de Janeiro e da Guanabara se fundem e o território do antigo Estado da Guanabara retorna à condição de Município e passa a ser a Capital do Estado.
Para recuperar sua importância política e econômica, os Governos Militares fazem grandes investimentos no Estado, como as Usinas Nucleares de Angra I e Angra II, no Município de Angra dos Reis, e a implantação do pólo petrolífero na Bacia de Campos.






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