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Brasil, 25 de Novembro de 2020

Bandeira de São Paulo
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São Paulo - SP

História

Martim Afonso de Souza, donatário da Capitania, inicia o povoamento fundando a Vila de São Vicente, primeiro núcleo populacional do Brasil, em 1532. Em 1554, os jesuítas sobem o planalto e criam as Vilas de Santo André e de São Paulo de Piratininga, núcleo que deu origem à Cidade de São Paulo.
O Estado apresenta um desenvolvimento distinto nos 3 períodos políticos do Brasil.
Durante o período colonial, muito pobre e esquecida pela Corte, goza de grande autonomia e desenvolve costumes, arquitetura e hábitos bem característicos. São cultivados mandioca e milho, além de criação de gado, usando a mão de obra indígena. Nas primeiras décadas do século XVII, os paulistas avançam pelo sertão em busca do trabalho indígena e de minas de ouro, contribuindo para a expansão da Colônia, nas famosas "bandeiras". Até o século XIX, a economia da região baseia-se na agropecuária de subsistência. O açúcar passou a ser base econômica da Capitania no espaço de tempo entre a decadência da mineração e a eclosão do café. Com o açúcar surge o fazendeiro que mais tarde seria o Barão do Café, pois nas terras onde existia a agricultura canavieira substituiu-se pela cafeicultura.
Durante o Império, o café avança para o interior, favorecendo o desenvolvimento econômico do Estado. O café ocupa todo o Vale do Paraíba e espalha-se pelo interior. Com a abolição da escravidão, chegam os imigrantes, italianos, espanhóis, eslavos e japoneses. Eles trazem na bagagem o conhecimento de processos manufatureiros e a habilidade artesanal, que juntos com o capital proveniente do café acelera o processo de desenvolvimento industrial e comercial de São Paulo, tanto que já no início do século XX, controla todo o mercado nacional e inicia as exportações para a Europa e Estados Unidos pelo Porto de Santos. O café torna-se o responsável pelo crescimento da população, propiciando também a extensão das estradas de ferro. O processo de urbanização no Estado intensificou-se a partir do final do século XIX, quando a região começou a receber migrantes de outros locais do Brasil, tornando-se centro de uma ativa propaganda política republicana.
A riqueza e a industrialização sustentam a liderança paulista na República, junto com o Estado de Minas Gerais, a política do "café-com-leite". A partir de 1915 que ocorre a grande expansão da produção industrial paulista.
No período de 1915 a 1919, estabelecem-se quase seis mil empresas no Brasil, a maioria em São Paulo. A crise do café, em 1929, leva ao rompimento da política café-com-leite culminando com a Revolução de 1930, que coloca fim à liderança da oligarquia cafeeira.
Começa o Governo Vargas.
Inconformada com seu afastamento do poder, a oligarquia desencadeia a Revolução Constitucionalista de 1932, em favor da redemocratização do País, mas são derrotados. Porém, continua como pólo econômico do País.
Sua agricultura se expande e crescem a indústria de transformação e, principalmente, as indústrias de bens de consumo e bens duráveis canalizando investimentos das multinacionais americanas e européias e as grandes correntes migratórias internas e se consolida entre as lideranças políticas e econômicas da América Latina. A indústria tornou-se a grande propulsora da economia paulista.






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